Relações laborais mais justas e humanas: a nova missão da Comissão da APG Num contexto de transformação acelerada do mundo do trabalho, a APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas reforça o seu compromisso com a construção de relações laborais mais equilibradas, sustentáveis e humanas. A recém-constituída Comissão de Relações Laborais e Políticas Públicas Setoriais surge precisamente com essa missão: criar pontes, promover o diálogo e inspirar práticas laborais mais justas em Portugal. Qual é a missão e propósito da Comissão de Relações Laborais e Políticas Públicas Setoriais da APG? A Comissão tem como missão promover o diálogo construtivo entre todos os intervenientes nas relações laborais – desde empregadores a sindicatos, passando por parceiros sociais, entidades públicas e profissionais de recursos humanos. O objetivo é construir pontes, alavancar boas práticas e estimular a reflexão estratégica sobre o presente e o futuro do trabalho, com foco em relações laborais mais equilibradas, humanas e sustentáveis. Quais são as áreas prioritárias de atuação? A Comissão organiza o seu trabalho em três grandes eixos: Promoção do diálogo social e institucional, valorizando práticas colaborativas; Divulgação e reconhecimento de boas práticas laborais com impacto positivo; Reflexão sobre o futuro das relações laborais, com atenção a mudanças sociais, tecnológicas e legislativas. Entre os temas emergentes que a Comissão pretende acompanhar estão a inteligência artificial no trabalho, a negociação coletiva em novos contextos organizacionais e o papel dos RH como agentes de mediação. Como será feito o envolvimento dos profissionais do setor? A Comissão propõe-se envolver uma rede alargada de profissionais — desde os que atuam na gestão de pessoas até juristas, sindicatos, confederações e entidades públicas. O objetivo é criar espaços de partilha ativa, através de fóruns, submissão de boas práticas, webinars e contributos para publicações e eventos. A Comissão afirma-se como um espaço plural e inclusivo. Quais são os objetivos e o impacto esperado? Entre os principais objetivos estão: Criar um espaço de referência e confiança sobre relações laborais em Portugal; Estimular o diálogo entre partes tradicionalmente distantes; Inspirar organizações a adotarem práticas mais humanas e eficazes. As ações incluem a publicação contínua de boas práticas, webinars participativos, um relatório temático anual e o reforço das pontes entre os vários agentes do mundo do trabalho. Qual é a metodologia de trabalho adotada? A Comissão reúne-se quinzenalmente, num modelo colaborativo e orientado para a ação. Participam ativamente os membros da Comissão, especialistas externos e oradores convidados. Entre as iniciativas previstas estão: Publicação de boas práticas laborais; Relatório temático anual; Ciclo de webinars com convidados de referência; Participação em iniciativas da APG. Como se articula com outras entidades? A Comissão valoriza a interligação com outras estruturas, como as Comissões de Igualdade, Gestão de Pessoas no Setor Público e no Setor Social, além do Observatório da APG. Também procura sinergias com entidades públicas, académicas, sindicais e empresariais para garantir que as propostas são realistas e orientadas para soluções concretas. Quais são os principais desafios e ambições para o futuro? O maior desafio é transformar um tema frequentemente técnico e formal numa causa mobilizadora e acessível. A ambição é tornar-se uma entidade promotora de boas práticas e diálogo em Portugal, com influência crescente nas políticas e práticas laborais. “Queremos estar onde as pontes são necessárias.” Qual é a mensagem final da Comissão? A Comissão lança o convite a todos os profissionais de gestão de pessoas e às entidades envolvidas nas relações laborais para acompanharem e participarem nas suas iniciativas. Acredita que relações laborais justas são a base de organizações sustentáveis e de uma sociedade mais equilibrada. “Juntos, podemos fazer a diferença.”





