Notícias APG e Atualidade do Mundo RH

A inovação deixou de ser opcional. É o novo normal. Para compreender melhor o propósito, os objetivos e os planos futuros da Comissão de Inovação e Digitalização em RH da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, entrevistámos os seus membros. O que os motivou a criar esta Comissão? Que necessidades do setor pretendem colmatar? E como podem os profissionais de gestão de pessoas participar ativamente? As respostas estão aqui.

A Comissão para a Gestão de Pessoas no Setor Público da Associação Portuguesa para a Gestão de Pessoas (APG) concluiu esta semana o seu primeiro ciclo de webinares, dedicado ao tema da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) na Administração Pública.

A edição 31 da "Revista CRHLP" apresenta como destaque o tema "saúde mental nas organizações". A saúde mental ganhou, finalmente, o espaço que merece no debate sobre o futuro das organizações. Longe de ser uma preocupação acessória, é hoje reconhecida como um pilar fundamental para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade dos modelos de trabalho e de liderança. Nos países de língua portuguesa, os desafios são diversos, mas o denominador comum é claro: precisamos de mais consciência, mais ação e menos estigma. Esta edição da revista CRHLP convida à reflexão, mas também à mobilização. Porque a saúde mental não se protege com declarações de intenção – protege-se com políticas, com formação, com empatia e com coragem. E, acima de tudo, protege-se com um compromisso inabalável com as pessoas. A «Revista CRHLP» é uma publicação da CRHLP – Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa, da qual a APG é membro. Em formato on-line, chega a mais de 20 mil profissionais ligados à gestão das pessoas no espaço lusófono. A CRHLP integra associações de profissionais em seis países - Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe - e tem como missão dinamizar a cooperação entre estas associações ao nível da promoção, da organização e da participação em atividades de índole científica, técnica ou cultural na área da gestão dos recursos humanos. Leia o número 31 da revista AQUI.

A Adecco Portugal analisa o estado actual do trabalho remoto em Portugal e as tendências do trabalho remoto para este ano. Depois de vários anos a consolidar-se como um modelo dominante, o trabalho remoto parece ter chegado a um ponto de viragem. Algumas empresas reforçam o compromisso com formatos flexíveis, outras iniciam um movimento de regresso ao escritório e muitas ainda procuram o equilíbrio ideal entre produtividade, bem-estar e cultura organizacional. De acordo com a análise da Adecco Portugal, esta tendência está longe de ser linear. O modelo híbrido continua a afirmar-se como o mais adoptado, mas o mercado está fragmentado: sectores como tecnologia, marketing e serviços partilhados mantêm uma forte aposta na flexibilidade, enquanto áreas como indústria, banca ou saúde têm vindo a reforçar o regresso físico aos espaços de trabalho. Descubra aqui quais as principais tendências do trabalho remoto em 2025.

Entrevista com a Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão da APG A DEI não é um acessório. É um pilar. Para perceber melhor o propósito, os objetivos e os planos futuros da recém-criada Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, entrevistámos os seus membros fundadores. O que motivou esta iniciativa? Como tencionam envolver a comunidade da APG? Que impacto esperam ter no setor? As respostas estão aqui. Qual é a missão e o propósito da Comissão? A missão da Comissão é promover a integração dos princípios de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) na gestão de pessoas em Portugal, ajudando a criar organizações mais justas, diversas e inclusivas. Queremos colmatar a falta de estruturas e ferramentas práticas para uma abordagem consistente à DEI no nosso setor. Quais são as principais áreas de atuação da Comissão? As prioridades incluem: cultura organizacional inclusiva; atração e retenção de talento diverso; combate a preconceitos inconscientes; equidade no desenvolvimento profissional. Pretendemos também explorar temas emergentes específicos tais como a gestão das incapacidades e a liderança inclusiva. De que forma pretendem envolver os profissionais? Queremos envolver os profissionais através de encontros, partilha de experiências e pequenas ações de sensibilização. Qualquer associado pode participar ativamente e contribuir para dinamizar este trabalho. Que objetivos definiram para 2025? Em 2025, pretendemos consolidar a Comissão, mapear boas práticas, estabelecer parcerias. Esperamos contribuir, de forma gradual, para maior consciencialização e mobilização do setor. Qual é a metodologia de trabalho da Comissão nesta fase? A Comissão está em fase inicial, com um núcleo pequeno. Estamos a planear o desenvolvimento de uma rede colaborativa.   Como se articulam com outras estruturas da APG e entidades externas? Articulamos com a Direção da APG e pretendemos desenvolver sinergias com outras comissões, entidades externas e organizações pioneiras no tema. Quais são os principais desafios e ambições nesta fase? Mobilizar mais profissionais e equilibrar ambição e recursos são desafios naturais nesta fase. Qual a mensagem que gostariam de deixar aos profissionais da área? A DEI não deve ser vista como um tema acessório ou isolado, mas como um pilar essencial da gestão de pessoas e da estratégia organizacional. Convidamos todos os profissionais a juntarem-se a este movimento, a partilharem as suas experiências e a contribuírem para um mundo do trabalho mais justo, diverso e inclusivo.

Profissionais de RH do Setor Público, a vossa voz é essencial! A APG está a realizar um levantamento nacional para compreender quais são os temas mais prioritários para a gestão de pessoas no setor público e identificar boas práticas que possam ser partilhadas entre pares. Este é um passo importante para promover uma função RH mais colaborativa, alinhada com os desafios atuais e as necessidades reais das organizações públicas. Contamos com o seu contributo! Participe neste inquérito e ajude-nos a mapear o presente e a construir o futuro dos RH no setor público.

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