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A primeira edição da Talent Talk, iniciativa promovida pela Liga Portugal Business School em parceria com a APG, reuniu no passado dia 25 de novembro, no Porto, atletas, treinadores e especialistas em gestão de pessoas para discutir um tema central à realidade das organizações: Performance e Resiliência. A APG esteve representada por Generosa do Nascimento, Presidente da Associação, e Berta Montalvão, Gestora da Comissão de Internacionalização e Relações com a Lusofonia, reforçando a importância estratégica do diálogo entre o desporto de alta competição e a gestão de talento nas empresas. O painel juntou vozes amplamente reconhecidas no panorama nacional: Sara Moreira, atleta olímpica de atletismo César Peixoto, treinador do Gil Vicente Luís Monteiro, Head of Corporate HR da Mota-Engil Ao longo da sessão, os convidados partilharam experiências sobre disciplina, foco, pressão competitiva e capacidade de adaptação — competências que atravessam o universo desportivo e encontram paralelo direto nos desafios das equipas e das organizações. A convergência entre desempenho humano, liderança e gestão de talento foi destacada como um dos elementos mais relevantes desta iniciativa, que sublinhou a importância de unir perspetivas distintas para promover práticas de Recursos Humanos mais eficazes e alinhadas com a realidade contemporânea. Com esta participação, a APG reforça o seu compromisso em aproximar diferentes áreas de conhecimento, estimular o debate e contribuir para a valorização do papel dos profissionais de Pessoas no desenvolvimento sustentável das organizações portuguesas.

A Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG) reforçou o seu compromisso com a promoção do conhecimento e da liderança ao celebrar um protocolo de colaboração com a Liga Portugal Business School (LPBS). O acordo, assinado esta quarta-feira, em Lisboa, integra a estratégia de aproximação entre o mundo do desporto e a gestão de pessoas, promovendo sinergias entre clubes, empresas e associações profissionais. A cerimónia contou com a presença de Generosa do Nascimento, Presidente da APG, acompanhada por Paula Rocha (Vice-Presidente), Berta Montalvão e Carla Conde, bem como de Reinaldo Teixeira, Presidente da Liga Portugal. O protocolo prevê o desenvolvimento conjunto de iniciativas que fomentem a disseminação de conhecimento nas áreas do desporto e da gestão de recursos humanos, a promoção de boas práticas de liderança e governação e a criação de ecossistemas colaborativos que valorizem o talento e a performance humana. “Com a Liga Portugal temos um sonho: que os gestores de pessoas possam aprender com as equipas de alto desempenho, e que consigamos fazer a partilha de conhecimento em todas as áreas em que atuamos”, afirmou Generosa do Nascimento, sublinhando o papel da APG como entidade promotora da aprendizagem contínua e da valorização dos profissionais de recursos humanos. Para a LPBS, esta parceria insere-se na estratégia de expansão da sua rede de parceiros institucionais e empresariais, consolidando o papel da Liga Portugal como promotora de inovação e internacionalização do futebol profissional. O protocolo com a APG junta-se a um segundo acordo celebrado entre a LPBS e a Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), que reforça a dimensão internacional desta estratégia de cooperação. No âmbito das novas parcerias, a APG marcará presença na 1.ª edição do Talent Talks, evento promovido pela Liga Portugal Business School, que reunirá atletas, treinadores, líderes e gestores em torno de um objetivo comum: explorar o talento, a exigência e a vontade de vencer. O encontro terá lugar a 24 de novembro, no Arena Liga Portugal, no Porto. Com esta colaboração, a APG continua a afirmar-se como parceira estratégica na ligação entre o desporto, as organizações e a gestão das pessoas, reforçando o seu papel de referência na promoção do desenvolvimento humano e organizacional em Portugal.

O documento, entregue recentemente às direções das duas centrais sindicais, considera “urgente e inadiável” que trabalhadores e movimento sindical “façam jus à sua história” e se unam na defesa dos direitos laborais. No texto pode ler-se que “a democracia nascida com o 25 de Abril está num sobressalto sem paralelo”, com a ascensão de forças de extrema-direita e populistas e a preparação de medidas que os subscritores classificam como “profundamente lesivas” para os trabalhadores. O apelo é inequívoco: uma resposta coordenada entre CGTP e UGT. “Mais do que nunca, neste contexto, só as centrais sindicais, congregando os restantes sindicatos, podem ter capacidade de defesa dos trabalhadores.” O grupo de primeiros signatários inclui personalidades ligadas ao mundo académico, jurídico, cultural e sindical, como o professor universitário Miguel Prata Roque, o jurista e ex-presidente do IEFP António Valadas da Silva, a atriz Isabel Medina, o ex-coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, António Chora, o ex-secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, e a eurodeputada socialista Marta Temido. A entrega do abaixo-assinado está a cargo de um grupo dinamizador composto por figuras como Avelino Pinto, ex-professor universitário de Psicologia Social, o padre Constantino Alves, ex-dirigente sindical dos Metalúrgicos do Sul, a sindicalista e ex-dirigente da CGTP-IN Deolinda Machado e Guadalupe Simões, dirigente sindical.

As denominadas soft skills facilitam a colaboração entre equipas, reforçam a liderança e contribuem para um ambiente de trabalho mais inovador e produtivo. De acordo com o inquérito Leadership Outlook, realizado pela consultora Evermonte Institute, a soft skill mais valiosa no mundo corporativo atual é a capacidade de comunicar e ouvir ativamente. Outra muito valorizada é a empatia. Esta capacidade parece simples, mas exige total atenção num ambiente cada vez mais exigente. Um líder que realmente ouve as suas equipas, compreende diferentes pontos de vista, consegue evitar mal-entendidos, resolver conflitos e tornar os colaboradores mais comprometidos. Além disso, se um líder consegue comunicar objetivos e necessidades, toda a equipa tende a alinhar-se melhor, e a produtividade aumenta como resultado. Segundo o Evermonte Institute, não é por isso de admirar que para 70,3% dos executivos inquiridos no estudo», a comunicação e escuta ativa seja a competência mais exigida nos processos de seleção deste ano. Com 69,4% das menções no inquérito, a inteligência emocional ocupa o segundo lugar como competência mais crítica no local de trabalho. Segundo a revista Forbes é a capacidade de compreender, controlar e utilizar as emoções de forma construtiva, tanto as suas como as dos outros. A “resiliência” e o “foco nos resultados” também se destacaram entre as soft skills mais valorizadas no local de trabalho, alcançando a terceira e a quarta posições no ranking, indicadas por 63,4% dos inquiridos. Outras competências identificadas como decisivas nos processos de contratação incluem a perspicácia, o pensamento crítico, a tomada de decisões, a capacidade de negociação, a flexibilidade e a criatividade.

A Comissão de Especialização da APG dedicada à Gestão de Pessoas no Setor Público nasceu com uma missão clara: modernizar práticas, dar voz a quem está no terreno e aproximar decisores de soluções inovadoras. Num contexto marcado por quadros jurídicos complexos, regimes diversos e desafios crescentes de atratividade e retenção de talento, esta comissão assume-se como espaço de reflexão, partilha e ação. Composta por profissionais que vivem diariamente a realidade da Administração Pública, pretende não só identificar as prioridades do setor, mas também construir respostas práticas – da criação de uma rede colaborativa à dinamização de think tanks, webinars e publicações especializadas. Mais do que uma estrutura consultiva, procura ser um motor de mudança para uma gestão de pessoas mais equitativa, eficaz e preparada para o futuro. Qual é a missão principal da vossa Comissão de Especialização? Contribuir para o desenvolvimento de modelos de gestão de pessoas modernos no setor público, que promovam a satisfação, engajamento e mobilização dos trabalhadores. Que lacuna ou necessidade do setor pretendem colmatar? Apesar das transformações do quadro jurídico e da promoção da profissionalização dos dirigentes da AP, parece subsistir ainda uma visão “tradicional” de gestão de recursos humanos em muitos serviços públicos. Ao que acresce a diversidade de regimes jurídicos existente, que introduz um elevado grau de complexidade. A Comissão pretende contribuir para consciencializar os atores (nomeadamente decisores políticos e dirigentes) para os temas chave da gestão das pessoas, promovendo um quadro jurídico adequado aos desafios e capacitando os dirigentes do setor para desenvolver práticas de gestão inovadoras e exemplares. Quais são os temas prioritários que a Comissão pretende trabalhar no atual mandato? Começámos por trabalhar os temas da segurança e saúde no trabalho, da gestão e avaliação de desempenho e da capacitação, com base na perceção dos membros da comissão que trabalham no setor público. Mas estamos a realizar um inquérito online aos profissionais de RH do setor público para identificarem as prioridades de uma forma mais alargada. Existem áreas emergentes que gostariam de explorar mais a fundo nos próximos meses? A resposta dependerá, naturalmente, dos resultados do inquérito. Mas antevemos a necessidade de debater o enquadramento jurídico da GRH em várias áreas de atuação, para proporcionar a necessária margem de manobra na gestão para adotar boas práticas de gestão de pessoas, mas mantendo a equidade como princípio fundamental. A latitude de gestão é fundamental para gerir uma força de trabalho multigeracional e com um problema de atratividade para as novas gerações em diversos setores e profissões. Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas nas vossas atividades? Os profissionais do setor público já estão a ser envolvidos. Desde logo, enquanto membros da Comissão: somos vinte e todos trabalhamos no setor público. E ainda através do questionário para identificação de prioridades e levantamento de boas práticas existentes. Mas também já através da partilha de boas práticas num primeiro ciclo de webinars que já aconteceu em maio e junho. Pretendemos trazer os profissionais para debater temas e co-construir soluções e caminhos inovadores. De que forma os associados podem contribuir ou participar ativamente na comissão? Qualquer interessado pode manifestar o interesse em aderir à Comissão e participar nas atividades programadas e que temos vindo a desenvolver. Poderão ainda participar enviando boas práticas, disponibilizando-se para participar em iniciativas como conferências, webinars ou podcasts ou em grupos de trabalho temáticos. E ainda propondo-se como formadores em áreas especializadas. Quais são os principais objetivos da Comissão para este ano? Até final de 2025 temos dois objetivos centrais: Desenvolver uma Rede Colaborativa de Gestão de Pessoas no Setor Público que, com base na partilha de experiências, apoie o desenvolvimento de boas práticas de gestão de pessoas. Esta rede já iniciou o seu trabalho com o primeiro ciclo de webinars (e um logótipo fantástico!) e irá seguramente crescer. Queremos envolver na Rede 50 responsáveis (GRH, gestores de topo, outros dirigentes do setor público) enquanto participantes “ativos” até final deste ano. Criar um Think Tank para pensar o emprego público, considerando o setor público em todo o seu perímetro (administração direta, indireta, autónoma, setor empresarial). O objetivo será tornar a APG uma entidade a consultar no quadro de eventuais mudanças de legislação reguladora do emprego no setor público, atenta a pertinência do trabalho de reflexão que desenvolverá. Que tipo de impacto esperam ter no ecossistema de gestão de pessoas em Portugal? Pretendemos colocar na agenda a relevância de todas a dimensões da gestão das pessoas, não centrando o debate apenas nos temas das carreiras e remunerações. E pretendemos dar espaço para a divulgação faz práticas de excelência que já acontecem no setor público. Conhecer e debater práticas inspiradoras e replicáveis é uma forma muito importante de capacitação dos dirigentes públicos. Como está organizada a comissão internamente? Há grupos de trabalho, reuniões regulares, eventos específicos? Nesta fase inicial, a Comissão tem reuniões quinzenais, online, até ter todas as iniciativas a acontecer. Depois passarão a mensais, numa lógica de gestão dos projetos em curso, quando tivermos constituído as equipas de trabalho dedicadas a cada tema e respetivos responsáveis operacionais. Tal como as demais comissões, conta com um Gestor de Projeto, que assegura a coordenação geral das atividades, e com um Gestor de Cliente, responsável pela ligação com a Direção da Associação. Desta forma, garantimos o alinhamento estratégico das iniciativas com o plano de trabalho da APG, com as demais comissões bem como a validação atempada das propostas de decisão e dos entregáveis. Que tipo de iniciativas (estudos, webinars, publicações, encontros) estão a ser planeadas? Temos planeados: 1) webinars de curta duração (1 hora), podcasts e vídeos para partilha de boas práticas; 2) publicações digitais, desde logo com as conclusões dos webinares mas também pequenas publicações temáticas em jeito de “guia”; 3) seminários ou conferências; 4) pequenas formações práticas (muito com a tónica no “saber fazer”); 5) um “Congresso dos gestores de pessoas do setor público”, em data a definir. Todas as iniciativas contam com divulgação, nas Redes Sociais e, futuramente, num espaço do Hub Pessoas. De que forma a vossa comissão articula o seu trabalho com outras comissões ou com a Direção da APG? A Comissão tem um objeto muito amplo, pelo que é importante evitar sobreposição de iniciativas com outras Comissões, bem como desenvolver linhas de colaboração que potenciem sinergias em benefício de todos. Esse é um dos papeis dos gestores de projeto. Informalmente, os membros da comissão também se relacionam com colegas de outras comissões em função dos temas. Existem sinergias que gostariam de reforçar dentro ou fora da APG? Existe sempre espaço para reforçar sinergias. Desde logo com a Academia, mas também com as entidades da AP especializadas em domínios como a formação, os regimes laborais ou a segurança e saúde no trabalho, com organizações como a OIT, a ANMP e, naturalmente, com os gabinetes dos membros do governo responsáveis pelas políticas para a organização e gestão do setor público. Quais têm sido os maiores desafios no vosso percurso até agora? Definir a missão e os objetivos é sempre uma tarefa exigente. E, naturalmente, encontrar um modelo de funcionamento que nos permita ter capacidade de concretização. Por isso, distribuir responsabilidades entre os membros da Comissão é um ponto crítico, porque estamos geograficamente dispersos, todos temos vidas profissionais exigentes e necessitamos encontrar espaço para dedicar a esta tarefa. Que ambições têm para a evolução da comissão e para o setor a nível nacional? A comissão quer crescer, o que significa organizar-se em equipas de trabalho, com gestores operacionais específicos. O impacto da sua atividade dependerá da sua capacidade de entregar valor. Conhecer e debater os temas críticos, encontrar as melhores formas para os abordar, desenvolver parcerias, crescer em número de participantes nas iniciativas são as nossas ambições principais. No final do dia, só cumpriremos o nosso propósito se contribuirmos para uma gestão do emprego no setor público que seja inovadora e sustentável, mas também mobilizadora e capaz de abordar os desafios do futuro do trabalho e do futuro do setor público. Que mensagem gostariam de deixar aos profissionais de gestão de pessoas sobre a importância do trabalho da vossa Comissão? Juntem-se a nós. Vale a pena e ainda vai valer mais. Não têm de ser membros da Comissão, podem ser participantes nas atividades e acompanhar o nosso plano de ação. Mas se quiserem assumir a responsabilidade de desenvolver, gerir ou integrar um projeto serão muito bem vindos! Como todas as organizações, o setor público faz-se de pessoas. Contamos com o vosso conhecimento e a vossa capacidade de atuação para fazer a diferença!

Numa altura em que o futuro do trabalho se reconfigura a cada dia, a APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas lançou uma Comissão de Especialização dedicada a impulsionar as boas práticas e a gestão estratégica de pessoas em Portugal. Com projetos ambiciosos como o Observatório Future of Work Portugal, a Framework RH 5.0 e a criação de um Índice Nacional de Maturidade Estratégica, esta Comissão propõe-se a colocar Portugal entre os países mais avançados no que toca à modernização da gestão de talento. Para perceber melhor o papel e os planos desta Comissão, conversámos com os seus representantes. Qual é a missão principal da Comissão? A missão da Comissão de Boas Práticas e Gestão Estratégica de Pessoas da APG é apoiar as organizações na adaptação às profundas transformações do mundo do trabalho. Procuramos desenvolver orientações estratégicas e promover projetos que reforcem a agilidade, inovação e sustentabilidade na gestão de pessoas, posicionando Portugal na linha da frente das melhores práticas internacionais. Que lacuna ou necessidade do setor pretendem colmatar? Sentimos que muitas organizações ainda não estão suficientemente preparadas para os impactos da inteligência artificial, automação, digitalização e novos modelos de trabalho. A nossa comissão pretende precisamente colmatar essa lacuna, ajudando as empresas a antecipar tendências, requalificar talento e adotar modelos mais estratégicos e inovadores de gestão de pessoas. Quais são os temas prioritários que a Comissão pretende trabalhar no atual mandato? No curto prazo, daremos prioridade à criação do Observatório Future of Work Portugal, ao desenvolvimento e divulgação da Framework RH 5.0, e à estruturação da Academia de Liderança em RH. Estas iniciativas são essenciais para antecipar tendências, promover novas competências e oferecer um referencial estratégico às organizações. A médio prazo, pretendemos lançar o Índice Nacional de Maturidade Estratégica em RH e o Prémio Nacional de Excelência Estratégica, reforçando o papel da APG como agente de reconhecimento e certificação da qualidade na gestão de pessoas em Portugal. Existem áreas emergentes que gostariam de explorar mais a fundo nos próximos meses? Sim, áreas como People Analytics, Inteligência Artificial aplicada à gestão de talento e liderança digital são temas que queremos aprofundar, dada a sua relevância crescente e o potencial impacto na forma como as empresas tomam decisões e gerem os seus recursos humanos. Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas nas vossas atividades? Queremos que esta comissão seja um espaço aberto à participação ativa dos profissionais. Para isso, iremos promover eventos, fóruns temáticos, grupos de trabalho e oportunidades de colaboração nos projetos em curso. Além disso, prevemos momentos de auscultação regular à comunidade, para garantir que o nosso trabalho responde às necessidades reais do setor. De que forma os associados podem contribuir ou participar ativamente na comissão? Os associados podem integrar equipas de projeto, participar em reuniões de partilha e contribuir com conhecimento e experiências práticas. Haverá também espaço para publicação de artigos, coautoria de estudos, e envolvimento em iniciativas como a academia, o Observatório ou o Prémio Nacional. Quais são os principais objetivos da Comissão para este ano? Para este ano, os nossos principais objetivos passam por: Lançar o Observatório Future of Work Portugal com os primeiros relatórios sobre tendências de talento e transformação do trabalho; Consolidar e divulgar a Framework RH 5.0 como modelo de referência; Iniciar as atividades da Academia de Liderança em RH com os primeiros módulos formativos. Que tipo de impacto esperam ter no ecossistema de gestão de pessoas em Portugal? Esperamos contribuir para a elevação da maturidade estratégica na gestão de pessoas em Portugal, promovendo práticas mais inovadoras, sustentáveis e alinhadas com as exigências do futuro. Queremos ainda reforçar o posicionamento da APG como entidade de referência, capaz de influenciar positivamente a transformação das organizações portuguesas. Como está organizada a Comissão internamente? A Comissão está estruturada com uma equipa de coordenação, composta por Gestor de Projeto e Gestor de Cliente, Team Leaders por projeto/iniciativa e membros com diferentes perfis, desde profissionais no terreno até académicos e estudantes. Realizamos reuniões mensais, com acompanhamento de indicadores e partilha de resultados. Cada iniciativa conta com um grupo de trabalho próprio e objetivos bem definidos. Que tipo de iniciativas estão a ser planeadas? No curto prazo, temos previstas: Publicações regulares do Observatório; Webinars temáticos sobre o futuro do trabalho; Início da formação na Academia de Liderança; Divulgação e aplicação da Framework RH 5.0 em empresas-piloto. A médio prazo: Publicação do Índice Nacional de Maturidade; Lançamento do Prémio Nacional de Excelência; Parcerias com universidades e entidades internacionais. De que forma a Comissão articula o seu trabalho com outras comissões ou com a Direção da APG? Mantemos uma ligação próxima com a Direção da APG para assegurar alinhamento estratégico e partilha de recursos. Sempre que possível, cruzamos esforços com outras comissões para potenciar sinergias, por exemplo, ao nível da digitalização, formação ou diversidade. Existem sinergias que gostariam de reforçar dentro ou fora da APG? Sim. Queremos reforçar a articulação com instituições de ensino superior, centros de investigação e organizações internacionais, não só para validação científica das nossas iniciativas, como também para troca de boas práticas. A médio prazo, estas parcerias serão fundamentais para escalar o impacto do nosso trabalho. Quais têm sido os maiores desafios no vosso percurso até agora? Conciliar o volume e a ambição dos projetos com o tempo e a disponibilidade dos membros tem sido um grande desafio. Outro ponto é garantir que as soluções desenvolvidas são práticas e aplicáveis à realidade portuguesa, que tem especificidades próprias em termos de maturidade organizacional. Que ambições têm para a evolução da Comissão e para o setor a nível nacional? A nossa ambição é posicionar a Comissão como um motor de inovação e referência estratégica na gestão de pessoas em Portugal. Queremos contribuir de forma tangível para a modernização das práticas de RH, influenciando diretamente políticas, modelos organizacionais e processos de capacitação. A médio e longo prazo, aspiramos que Portugal seja reconhecido internacionalmente como um país preparado, inovador e com uma abordagem estratégica à gestão do talento, alinhada com os desafios do futuro do trabalho. Que mensagem gostariam de deixar aos profissionais de gestão de pessoas? O mundo do trabalho está a mudar profundamente e a gestão de pessoas está no centro dessa transformação. A nossa Comissão existe para antecipar, preparar e capacitar as organizações e os profissionais. Mais do que nunca, é essencial unirmo-nos, partilhar conhecimento e construir juntos um futuro mais estratégico, humano e sustentável para a gestão de talento em Portugal.

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