Happiness Mentality e APG levam líderes a missão estratégica no Japão com foco em inovação, propósito e cultura milenar

Viagem decorre entre 11 e 23 de outubro de 2025 e inclui visitas empresariais, encontros com executivos locais e participação na EXPO 2025 Osaka.
A Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG), em parceria com a Happiness Mentality, o World Trade Center Lisboa, a SFORI e a TEM Soluções, está a organizar uma missão empresarial e cultural ao Japão, entre os dias 11 e 23 de outubro de 2025.
Com o nome Nihon Botsunyu – Imersão Japão, o programa destina-se a líderes e empresários de Portugal e do Brasil que procuram refletir sobre o futuro dos negócios, da liderança e da gestão de pessoas, num contexto que alia tradição milenar à inovação de vanguarda.
Inquérito “Creating People Advantage ” 2025 já está disponível

O inquérito “Creating People Advantage” (CPA) 2025 já está disponível — e valorizamos muito o seu contributo. Liderado pela European Association of People Management (EAPM), World Federation of People Management Associations (WFPMA) e pela Boston Consulting Group (BCG), este estudo global analisa como as organizações estão a transformar as suas estratégias de gestão de pessoas para se manterem à na vanguarda de um mundo em constante mudança.
Desde 2007, o CPA tem sido o relatório mais abrangente e respeitado sobre as tendências de pessoas nas organizações em todo o mundo. Os seus resultados ajudam os líderes de RH a fortalecer a capacidade e a gerar maior impacto nos negócios.
Dedique apenas 10 minutos para:
– Partilhar a sua perspetiva sobre as prioridades atuais de RH
– Contribuir com insights sobre como os RH estão a adaptar-se às mudanças
– Ajudar a moldar a conversa global sobre a estratégia de gestão de pessoas
O que ganha ao contribuir para este inquérito:
– Melhor compreensão de como os RH estão a evoluir a sua estrutura, capacidades e impacto num contexto de mudanças rápidas
– Novos insights globais sobre os recursos RH, adoção de tecnologia e modelos de habilidades
– Contributo com perspetivas que orientam as melhores práticas e recomendações que orientem as estratégias de gestão de pessoas e dos RH
– Uma cópia gratuita do relatório final mediante pedido para [email protected].
[Clique aqui para participar no inquérito]
Sinta-se à vontade para partilhar este convite com outros profissionais de RH da sua rede, pois uma participação mais ampla fortalecerá os insights e o impacto desta iniciativa global, nomeadamente em Portugal.
Agradecemos o seu tempo e apoio. Os resultados serão publicados no início de 2026.
Conheça a Comissão de Relações Laborais e Políticas Públicas Setoriais da APG

Relações laborais mais justas e humanas: a nova missão da Comissão da APG
Num contexto de transformação acelerada do mundo do trabalho, a APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas reforça o seu compromisso com a construção de relações laborais mais equilibradas, sustentáveis e humanas. A recém-constituída Comissão de Relações Laborais e Políticas Públicas Setoriais surge precisamente com essa missão: criar pontes, promover o diálogo e inspirar práticas laborais mais justas em Portugal.
Qual é a missão e propósito da Comissão de Relações Laborais e Políticas Públicas Setoriais da APG?
A Comissão tem como missão promover o diálogo construtivo entre todos os intervenientes nas relações laborais – desde empregadores a sindicatos, passando por parceiros sociais, entidades públicas e profissionais de recursos humanos. O objetivo é construir pontes, alavancar boas práticas e estimular a reflexão estratégica sobre o presente e o futuro do trabalho, com foco em relações laborais mais equilibradas, humanas e sustentáveis.
Quais são as áreas prioritárias de atuação?
A Comissão organiza o seu trabalho em três grandes eixos:
Promoção do diálogo social e institucional, valorizando práticas colaborativas;
Divulgação e reconhecimento de boas práticas laborais com impacto positivo;
Reflexão sobre o futuro das relações laborais, com atenção a mudanças sociais, tecnológicas e legislativas.
Entre os temas emergentes que a Comissão pretende acompanhar estão a inteligência artificial no trabalho, a negociação coletiva em novos contextos organizacionais e o papel dos RH como agentes de mediação.
Como será feito o envolvimento dos profissionais do setor?
A Comissão propõe-se envolver uma rede alargada de profissionais — desde os que atuam na gestão de pessoas até juristas, sindicatos, confederações e entidades públicas. O objetivo é criar espaços de partilha ativa, através de fóruns, submissão de boas práticas, webinars e contributos para publicações e eventos. A Comissão afirma-se como um espaço plural e inclusivo.
Quais são os objetivos e o impacto esperado?
Entre os principais objetivos estão:
Criar um espaço de referência e confiança sobre relações laborais em Portugal;
Estimular o diálogo entre partes tradicionalmente distantes;
Inspirar organizações a adotarem práticas mais humanas e eficazes.
As ações incluem a publicação contínua de boas práticas, webinars participativos, um relatório temático anual e o reforço das pontes entre os vários agentes do mundo do trabalho.
Qual é a metodologia de trabalho adotada?
A Comissão reúne-se quinzenalmente, num modelo colaborativo e orientado para a ação. Participam ativamente os membros da Comissão, especialistas externos e oradores convidados. Entre as iniciativas previstas estão:
Publicação de boas práticas laborais;
Relatório temático anual;
Ciclo de webinars com convidados de referência;
Participação em iniciativas da APG.
Como se articula com outras entidades?
A Comissão valoriza a interligação com outras estruturas, como as Comissões de Igualdade, Gestão de Pessoas no Setor Público e no Setor Social, além do Observatório da APG. Também procura sinergias com entidades públicas, académicas, sindicais e empresariais para garantir que as propostas são realistas e orientadas para soluções concretas.
Quais são os principais desafios e ambições para o futuro?
O maior desafio é transformar um tema frequentemente técnico e formal numa causa mobilizadora e acessível. A ambição é tornar-se uma entidade promotora de boas práticas e diálogo em Portugal, com influência crescente nas políticas e práticas laborais. “Queremos estar onde as pontes são necessárias.”
Qual é a mensagem final da Comissão?
A Comissão lança o convite a todos os profissionais de gestão de pessoas e às entidades envolvidas nas relações laborais para acompanharem e participarem nas suas iniciativas. Acredita que relações laborais justas são a base de organizações sustentáveis e de uma sociedade mais equilibrada. “Juntos, podemos fazer a diferença.”
Conheça a Comissão de Employer Branding da APG

Employer Branding em Portugal: uma transformação necessária
A Comissão de Especialização em Employer Branding da APG tem uma missão clara: transformar a forma como o Employer Branding é entendido e praticado em Portugal. Numa altura em que atrair e reter talento se tornou um dos maiores desafios das organizações, esta comissão propõe-se a capacitar os profissionais de gestão de pessoas com ferramentas concretas, promover abordagens interdisciplinares e reforçar o papel da cultura organizacional como alicerce da marca empregadora.
Nesta entrevista exclusiva, damos-lhe a conhecer os principais objetivos da Comissão, as iniciativas em curso e os temas prioritários que irão marcar a agenda nos próximos meses.
Qual é a missão principal da vossa Comissão de Especialização?
A missão da Comissão de Employer Branding da APG é transformar o Employer Branding em Portugal, através da capacitação dos profissionais da APG e da valorização de abordagens interdisciplinares que conectem pessoas, dados e comunicação, promovendo culturas organizacionais coerentes e experiências de talento diferenciadoras.
Que lacuna ou necessidade do setor pretendem colmatar?
Portugal carece de uma abordagem estruturada e estratégica ao Employer Branding, muitas vezes visto apenas como comunicação externa. A Comissão quer colmatar essa lacuna promovendo práticas consistentes, realistas e alinhadas com os desafios locais, oferecendo ferramentas e conhecimento aplicável a todos os tipos de organizações.
Quais são os temas prioritários que a Comissão pretende trabalhar no atual mandato?
Queremos abordar temas como a proposta de valor ao talento (EVP), o impacto da inteligência artificial na aquisição de talento, a experiência do colaborador, a autenticidade na comunicação e a medição do impacto do Employer Branding.
Existem áreas emergentes que gostariam de explorar mais a fundo nos próximos meses?
Sim. A interligação entre dados e EB, o papel das lideranças na vivência da marca empregadora, e a importância do branding interno como ferramenta de retenção são áreas que queremos aprofundar.
Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas nas vossas atividades?
Queremos criar uma comunidade de prática ativa, onde os profissionais partilhem experiências, desafios e soluções. Iremos promover momentos de escuta ativa, como sessões “Ask Me Anything”, fóruns temáticos e eventos presenciais e digitais.
De que forma os associados podem contribuir ou participar ativamente na comissão?
Podem juntar-se aos grupos de trabalho, contribuir com casos práticos, participar em eventos, responder aos nossos estudos e envolver-se na dinamização da comunidade online. Queremos que esta Comissão seja feita com e para os profissionais.
Quais são os principais objetivos da Comissão para este ano?
Criar uma comunidade digital de partilha;
Promover o evento Talent.pt – Fórum Nacional de Talent Acquisition;
Produzir um Guia Prático para PME;
Estabelecer parcerias estratégicas com universidades e empresas.
Que tipo de impacto esperam ter no ecossistema de gestão de pessoas em Portugal?
Queremos posicionar o Employer Branding como prática essencial de gestão de pessoas, influenciar políticas organizacionais e capacitar os profissionais com conteúdos e experiências transformadoras.
Como está organizada a comissão internamente?
Estamos organizados por grupos de trabalho temáticos e realizamos reuniões mensais, além de trabalho contínuo em canais digitais colaborativos.
Que tipo de iniciativas estão a ser planeadas?
Webinars, encontros temáticos, produção de conteúdos (relatórios, guias, publicações), estudos nacionais, e eventos como o Talent.pt.
De que forma a vossa comissão articula o seu trabalho com outras comissões ou com a Direção da APG?
Há um alinhamento estreito com a Direção da APG e vontade de cruzar temas com outras comissões — por exemplo, Employer Branding com Digital, Diversidade ou Futuro do Trabalho.
Existem sinergias que gostariam de reforçar dentro ou fora da APG?
Sim, com instituições de ensino, plataformas de recrutamento, empresas tecnológicas e consultoras, para garantir um olhar transversal sobre os temas que trabalhamos.
Quais têm sido os maiores desafios no vosso percurso até agora?
Conciliar agendas, manter o foco nas prioridades e garantir que as iniciativas têm aplicabilidade real no dia a dia dos profissionais.
Que ambições têm para a evolução da comissão e para o setor a nível nacional?
Queremos que esta Comissão seja referência em Employer Branding em Portugal e que contribua para a maturidade e autenticidade das práticas organizacionais, independentemente da dimensão ou setor das empresas.
Que mensagem gostariam de deixar aos profissionais de gestão de pessoas sobre a importância do trabalho da vossa Comissão?
O Employer Branding não é só uma ferramenta de atração, é um espelho da cultura e da experiência vivida nas organizações. A nossa Comissão existe para apoiar quem lidera essa transformação por dentro. Juntem-se a nós — o talento já exige mais, e juntos podemos responder melhor.
Conheça a Comissão de Sustentabilidade e ESG da APG

Sustentabilidade com Pessoas Dentro: o papel da Gestão de RH na transição ESG
Numa altura em que o compromisso com a sustentabilidade deixou de ser apenas um imperativo reputacional e passou a exigir ações concretas, a APG avança com a Comissão de Especialização em Sustentabilidade e ESG. O objetivo? Trazer os princípios ambientais, sociais e de governance para o centro da gestão de pessoas.
Nesta entrevista exclusiva, conhecemos de perto os pilares, ambições e áreas de ação desta nova comissão, que acredita que o futuro das organizações passa por líderes de RH preparados para uma economia mais justa, verde e ética.
Qual é a missão principal da vossa Comissão de Especialização?
A nossa missão é clara: colocar a Sustentabilidade e os princípios ESG (Environmental, Social, Governance) no centro da Gestão de Pessoas. Queremos que os profissionais de RH sejam agentes ativos na construção de organizações mais éticas, inclusivas e ambientalmente conscientes.
Acreditamos que os compromissos de sustentabilidade só se tornam reais quando traduzidos em práticas concretas de gestão de pessoas — com impacto mensurável e duradouro.
Que lacunas pretendem colmatar no setor?
Ainda há um desfasamento evidente entre a ambição ESG e a prática diária nas empresas. Queremos ultrapassar a dificuldade em operacionalizar esses compromissos — especialmente na forma como se recrutam, desenvolvem e cuidam pessoas. A nossa atuação foca-se em tornar a sustentabilidade uma prioridade transversal nos departamentos de Recursos Humanos, e não apenas um tema para os relatórios anuais.
Quais são os temas prioritários para o atual mandato?
Focamo-nos em três eixos principais:
Capacitação dos profissionais de RH como agentes da transição sustentável;
Integração efetiva dos critérios ESG nas práticas de talento, liderança, cultura e bem-estar;
Valorização do capital humano nos relatórios de sustentabilidade, como ativo estratégico e não apenas como indicador.
Além disso, estamos atentos a áreas emergentes como a economia regenerativa, inteligência climática organizacional e novas formas de medir o impacto social através de métricas de gestão de pessoas.
Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas?
Queremos que esta seja uma comissão aberta e participativa. Os profissionais podem juntar-se através de fóruns de escuta ativa, grupos de trabalho temáticos e iniciativas públicas como webinars, desafios práticos e publicações colaborativas.
Trata-se de um espaço de cocriação — onde todos os contributos contam. Valorizamos experiências reais, partilha de boas práticas e a construção conjunta de conhecimento.
Quais são os principais objetivos para este ano?
Temos três metas muito concretas:
Criar um guia prático de Sustentabilidade e ESG para profissionais de RH;
Organizar um fórum nacional dedicado ao Referencial ESG;
Lançar o ciclo de eventos digitais “ESG na Prática – o papel dos Recursos Humanos”, que se estenderá até 2026.
De que forma estão organizados internamente?
Atualmente, somos sete membros e funcionamos em grupos de trabalho temáticos:
Governança e Ética
Social e Diversidade
Capacitação e Cultura Sustentável
Reunimo-nos semanalmente numa fase inicial, com transição planeada para encontros quinzenais. Realizamos também plenários mensais para alinhar estratégias com a Direção da APG e as restantes comissões.
Que tipo de iniciativas estão em curso?
Estamos a preparar:
Estudos de benchmarking com empresas portuguesas;
Webinars com especialistas e partilha de casos práticos;
Publicações técnicas e artigos de opinião;
Parcerias com universidades e entidades do setor social e público.
Como articulam o vosso trabalho com outras comissões e entidades externas?
Promovemos uma articulação constante com outras Comissões da APG, sempre que os temas são transversais. Além disso, estamos a criar sinergias com organizações como o BCSD, GRACE, APEE, Global Compact Network Portugal, universidades e plataformas ESG.
Queremos posicionar a APG como um elo entre o conhecimento técnico e a sua aplicação prática — dentro e fora do setor.
Quais têm sido os maiores desafios?
Traduzir conceitos muitas vezes abstratos ou normativos em práticas acessíveis e aplicáveis é, sem dúvida, o maior desafio. Outro aspeto crítico é garantir que o nosso trabalho impacta empresas de todas as dimensões — não apenas as grandes organizações com equipas dedicadas à sustentabilidade.
E a vossa maior ambição?
A nossa ambição é posicionar a APG — e os profissionais de RH — como protagonistas da transição sustentável. Queremos que a gestão de pessoas seja parte ativa da mudança, com consistência, ação e propósito.
Uma mensagem final?
A sustentabilidade começa — e sustenta-se — nas pessoas.
Os profissionais de gestão de pessoas têm um papel estratégico na construção de organizações mais humanas, resilientes e conscientes.
Esta Comissão é um espaço de inspiração, compromisso e cocriação.
Junte-se a nós para transformar o presente e influenciar, com coragem, o futuro.
Conheça a Comissão de Saúde, Bem-estar e Qualidade de vida

Numa altura em que o bem-estar deixou de ser um “extra” e passou a ser um pilar essencial das organizações de vanguarda, a APG reforça o seu compromisso com esta agenda através da Comissão de Especialização em Saúde, Bem-Estar e Qualidade de Vida. Com uma missão clara de transformar intenções em ações concretas, esta comissão trabalha para capacitar profissionais, sistematizar boas práticas e promover uma cultura de cuidado que vá além da teoria.
Propósito no trabalho é destaque na nova edição da Revista Pessoas

Já está disponível online a edição de junho de 2025 da Revista Pessoas, publicação oficial da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas. Neste número, o foco incide sobre o propósito no trabalho, tema que se tem vindo a afirmar como um dos pilares centrais da gestão de pessoas contemporânea.
Longe de ser apenas uma tendência, o significado atribuído ao que se faz assume-se hoje como elemento crítico para a motivação, engagement e retenção de talento nas organizações. Em tempos marcados por incerteza e mudança acelerada, compreender o “porquê” do trabalho tornou-se uma necessidade estratégica – tanto para os colaboradores como para as empresas que procuram manter-se relevantes e competitivas.
A nova edição da Revista Pessoas aborda esta realidade a partir de diversas perspetivas:
Dados atuais sobre o impacto do propósito nas equipas;
O papel do coaching como ferramenta para ativar sentido e alinhamento;
Exemplos de práticas organizacionais que tornam o propósito tangível no quotidiano.
Também em destaque está o evento HR Digital 2025, analisado enquanto espaço de reflexão e provocação sobre o futuro da tecnologia na gestão de pessoas. Ética, liderança e inteligência artificial foram alguns dos temas em debate — sempre com as pessoas no centro da conversa.
Outro ponto relevante desta edição é a apresentação da nova estrutura da APG, que inclui agora 12 Comissões de Especialização, um Núcleo de Estudantes e um Observatório Nacional, numa aposta clara na inovação e no reforço da comunidade de profissionais de Recursos Humanos em Portugal.
A edição de junho está já disponível em formato digital, com acesso geral e uma versão exclusiva para sócios:
🔗 Acesso geral: https://hubpessoas.pt/revista-pessoas/
Conheça a Comissão de Educação, Aprendizagem e Desenvolvimento da APG

Num mundo onde a única constante é a mudança, o papel da aprendizagem ganha uma relevância sem precedentes. A Comissão de Educação, Aprendizagem e Desenvolvimento (CEAD) da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas – nasce com uma missão clara: transformar a forma como se aprende, se cresce e se lidera no universo das pessoas e das organizações.
Nesta entrevista, damos a conhecer os eixos estratégicos, prioridades e ambições da CEAD, bem como o apelo claro que deixa a todos os profissionais de recursos humanos: a aprendizagem é, hoje, o ativo mais valioso de uma organização – e só juntos conseguiremos construir uma cultura de desenvolvimento verdadeiramente transformadora.
Conheça a Comissão de Inovação e Digitalização em RH

A inovação deixou de ser opcional. É o novo normal.
Para compreender melhor o propósito, os objetivos e os planos futuros da Comissão de Inovação e Digitalização em RH da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, entrevistámos os seus membros. O que os motivou a criar esta Comissão? Que necessidades do setor pretendem colmatar? E como podem os profissionais de gestão de pessoas participar ativamente? As respostas estão aqui.
Primeiro ciclo de webinares da APG para o Setor Público

A Comissão para a Gestão de Pessoas no Setor Público da Associação Portuguesa para a Gestão de Pessoas (APG) concluiu esta semana o seu primeiro ciclo de webinares, dedicado ao tema da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) na Administração Pública.