
APG marca presença na 1.ª Talent Talk dedicada à Performance e Resiliência
A primeira edição da Talent Talk, iniciativa promovida pela Liga Portugal Business School em parceria com a APG,

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A Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG) reforçou o seu compromisso com a promoção do conhecimento e

O documento, entregue recentemente às direções das duas centrais sindicais, considera “urgente e inadiável” que trabalhadores e movimento
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Conheça a Comissão de Boas Práticas e Gestão Estratégica de Pessoas da APG
Numa altura em que o futuro do trabalho se reconfigura a cada dia, a APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas lançou uma Comissão de Especialização dedicada a impulsionar as boas práticas e a gestão estratégica de pessoas em Portugal. Com projetos ambiciosos como o Observatório Future of Work Portugal, a Framework RH 5.0 e a criação de um Índice Nacional de Maturidade Estratégica, esta Comissão propõe-se a colocar Portugal entre os países mais avançados no que toca à modernização da gestão de talento.
Para perceber melhor o papel e os planos desta Comissão, conversámos com os seus representantes.
Qual é a missão principal da Comissão?
A missão da Comissão de Boas Práticas e Gestão Estratégica de Pessoas da APG é apoiar as organizações na adaptação às profundas transformações do mundo do trabalho. Procuramos desenvolver orientações estratégicas e promover projetos que reforcem a agilidade, inovação e sustentabilidade na gestão de pessoas, posicionando Portugal na linha da frente das melhores práticas internacionais.
Que lacuna ou necessidade do setor pretendem colmatar?
Sentimos que muitas organizações ainda não estão suficientemente preparadas para os impactos da inteligência artificial, automação, digitalização e novos modelos de trabalho. A nossa comissão pretende precisamente colmatar essa lacuna, ajudando as empresas a antecipar tendências, requalificar talento e adotar modelos mais estratégicos e inovadores de gestão de pessoas.
Quais são os temas prioritários que a Comissão pretende trabalhar no atual mandato?
No curto prazo, daremos prioridade à criação do Observatório Future of Work Portugal, ao desenvolvimento e divulgação da Framework RH 5.0, e à estruturação da Academia de Liderança em RH. Estas iniciativas são essenciais para antecipar tendências, promover novas competências e oferecer um referencial estratégico às organizações.
A médio prazo, pretendemos lançar o Índice Nacional de Maturidade Estratégica em RH e o Prémio Nacional de Excelência Estratégica, reforçando o papel da APG como agente de reconhecimento e certificação da qualidade na gestão de pessoas em Portugal.
Existem áreas emergentes que gostariam de explorar mais a fundo nos próximos meses?
Sim, áreas como People Analytics, Inteligência Artificial aplicada à gestão de talento e liderança digital são temas que queremos aprofundar, dada a sua relevância crescente e o potencial impacto na forma como as empresas tomam decisões e gerem os seus recursos humanos.
Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas nas vossas atividades?
Queremos que esta comissão seja um espaço aberto à participação ativa dos profissionais. Para isso, iremos promover eventos, fóruns temáticos, grupos de trabalho e oportunidades de colaboração nos projetos em curso. Além disso, prevemos momentos de auscultação regular à comunidade, para garantir que o nosso trabalho responde às necessidades reais do setor.
De que forma os associados podem contribuir ou participar ativamente na comissão?
Os associados podem integrar equipas de projeto, participar em reuniões de partilha e contribuir com conhecimento e experiências práticas. Haverá também espaço para publicação de artigos, coautoria de estudos, e envolvimento em iniciativas como a academia, o Observatório ou o Prémio Nacional.
Quais são os principais objetivos da Comissão para este ano?
Para este ano, os nossos principais objetivos passam por:
Lançar o Observatório Future of Work Portugal com os primeiros relatórios sobre tendências de talento e transformação do trabalho;
Consolidar e divulgar a Framework RH 5.0 como modelo de referência;
Iniciar as atividades da Academia de Liderança em RH com os primeiros módulos formativos.
Que tipo de impacto esperam ter no ecossistema de gestão de pessoas em Portugal?
Esperamos contribuir para a elevação da maturidade estratégica na gestão de pessoas em Portugal, promovendo práticas mais inovadoras, sustentáveis e alinhadas com as exigências do futuro. Queremos ainda reforçar o posicionamento da APG como entidade de referência, capaz de influenciar positivamente a transformação das organizações portuguesas.
Como está organizada a Comissão internamente?
A Comissão está estruturada com uma equipa de coordenação, composta por Gestor de Projeto e Gestor de Cliente, Team Leaders por projeto/iniciativa e membros com diferentes perfis, desde profissionais no terreno até académicos e estudantes. Realizamos reuniões mensais, com acompanhamento de indicadores e partilha de resultados. Cada iniciativa conta com um grupo de trabalho próprio e objetivos bem definidos.
Que tipo de iniciativas estão a ser planeadas?
No curto prazo, temos previstas:
Publicações regulares do Observatório;
Webinars temáticos sobre o futuro do trabalho;
Início da formação na Academia de Liderança;
Divulgação e aplicação da Framework RH 5.0 em empresas-piloto.
A médio prazo:
Publicação do Índice Nacional de Maturidade;
Lançamento do Prémio Nacional de Excelência;
Parcerias com universidades e entidades internacionais.
De que forma a Comissão articula o seu trabalho com outras comissões ou com a Direção da APG?
Mantemos uma ligação próxima com a Direção da APG para assegurar alinhamento estratégico e partilha de recursos. Sempre que possível, cruzamos esforços com outras comissões para potenciar sinergias, por exemplo, ao nível da digitalização, formação ou diversidade.
Existem sinergias que gostariam de reforçar dentro ou fora da APG?
Sim. Queremos reforçar a articulação com instituições de ensino superior, centros de investigação e organizações internacionais, não só para validação científica das nossas iniciativas, como também para troca de boas práticas. A médio prazo, estas parcerias serão fundamentais para escalar o impacto do nosso trabalho.
Quais têm sido os maiores desafios no vosso percurso até agora?
Conciliar o volume e a ambição dos projetos com o tempo e a disponibilidade dos membros tem sido um grande desafio. Outro ponto é garantir que as soluções desenvolvidas são práticas e aplicáveis à realidade portuguesa, que tem especificidades próprias em termos de maturidade organizacional.
Que ambições têm para a evolução da Comissão e para o setor a nível nacional?
A nossa ambição é posicionar a Comissão como um motor de inovação e referência estratégica na gestão de pessoas em Portugal. Queremos contribuir de forma tangível para a modernização das práticas de RH, influenciando diretamente políticas, modelos organizacionais e processos de capacitação. A médio e longo prazo, aspiramos que Portugal seja reconhecido internacionalmente como um país preparado, inovador e com uma abordagem estratégica à gestão do talento, alinhada com os desafios do futuro do trabalho.
Que mensagem gostariam de deixar aos profissionais de gestão de pessoas?
O mundo do trabalho está a mudar profundamente e a gestão de pessoas está no centro dessa transformação. A nossa Comissão existe para antecipar, preparar e capacitar as organizações e os profissionais. Mais do que nunca, é essencial unirmo-nos, partilhar conhecimento e construir juntos um futuro mais estratégico, humano e sustentável para a gestão de talento em Portugal.