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Conheça a Comissão de Employer Branding da APG
Employer Branding em Portugal: uma transformação necessária
A Comissão de Especialização em Employer Branding da APG tem uma missão clara: transformar a forma como o Employer Branding é entendido e praticado em Portugal. Numa altura em que atrair e reter talento se tornou um dos maiores desafios das organizações, esta comissão propõe-se a capacitar os profissionais de gestão de pessoas com ferramentas concretas, promover abordagens interdisciplinares e reforçar o papel da cultura organizacional como alicerce da marca empregadora.
Nesta entrevista exclusiva, damos-lhe a conhecer os principais objetivos da Comissão, as iniciativas em curso e os temas prioritários que irão marcar a agenda nos próximos meses.
Qual é a missão principal da vossa Comissão de Especialização?
A missão da Comissão de Employer Branding da APG é transformar o Employer Branding em Portugal, através da capacitação dos profissionais da APG e da valorização de abordagens interdisciplinares que conectem pessoas, dados e comunicação, promovendo culturas organizacionais coerentes e experiências de talento diferenciadoras.
Que lacuna ou necessidade do setor pretendem colmatar?
Portugal carece de uma abordagem estruturada e estratégica ao Employer Branding, muitas vezes visto apenas como comunicação externa. A Comissão quer colmatar essa lacuna promovendo práticas consistentes, realistas e alinhadas com os desafios locais, oferecendo ferramentas e conhecimento aplicável a todos os tipos de organizações.
Quais são os temas prioritários que a Comissão pretende trabalhar no atual mandato?
Queremos abordar temas como a proposta de valor ao talento (EVP), o impacto da inteligência artificial na aquisição de talento, a experiência do colaborador, a autenticidade na comunicação e a medição do impacto do Employer Branding.
Existem áreas emergentes que gostariam de explorar mais a fundo nos próximos meses?
Sim. A interligação entre dados e EB, o papel das lideranças na vivência da marca empregadora, e a importância do branding interno como ferramenta de retenção são áreas que queremos aprofundar.
Como pretendem envolver os/as profissionais de gestão de pessoas nas vossas atividades?
Queremos criar uma comunidade de prática ativa, onde os profissionais partilhem experiências, desafios e soluções. Iremos promover momentos de escuta ativa, como sessões “Ask Me Anything”, fóruns temáticos e eventos presenciais e digitais.
De que forma os associados podem contribuir ou participar ativamente na comissão?
Podem juntar-se aos grupos de trabalho, contribuir com casos práticos, participar em eventos, responder aos nossos estudos e envolver-se na dinamização da comunidade online. Queremos que esta Comissão seja feita com e para os profissionais.
Quais são os principais objetivos da Comissão para este ano?
Que tipo de impacto esperam ter no ecossistema de gestão de pessoas em Portugal?
Queremos posicionar o Employer Branding como prática essencial de gestão de pessoas, influenciar políticas organizacionais e capacitar os profissionais com conteúdos e experiências transformadoras.
Como está organizada a comissão internamente?
Estamos organizados por grupos de trabalho temáticos e realizamos reuniões mensais, além de trabalho contínuo em canais digitais colaborativos.
Que tipo de iniciativas estão a ser planeadas?
Webinars, encontros temáticos, produção de conteúdos (relatórios, guias, publicações), estudos nacionais, e eventos como o Talent.pt.
De que forma a vossa comissão articula o seu trabalho com outras comissões ou com a Direção da APG?
Há um alinhamento estreito com a Direção da APG e vontade de cruzar temas com outras comissões — por exemplo, Employer Branding com Digital, Diversidade ou Futuro do Trabalho.
Existem sinergias que gostariam de reforçar dentro ou fora da APG?
Sim, com instituições de ensino, plataformas de recrutamento, empresas tecnológicas e consultoras, para garantir um olhar transversal sobre os temas que trabalhamos.
Quais têm sido os maiores desafios no vosso percurso até agora?
Conciliar agendas, manter o foco nas prioridades e garantir que as iniciativas têm aplicabilidade real no dia a dia dos profissionais.
Que ambições têm para a evolução da comissão e para o setor a nível nacional?
Queremos que esta Comissão seja referência em Employer Branding em Portugal e que contribua para a maturidade e autenticidade das práticas organizacionais, independentemente da dimensão ou setor das empresas.
Que mensagem gostariam de deixar aos profissionais de gestão de pessoas sobre a importância do trabalho da vossa Comissão?
O Employer Branding não é só uma ferramenta de atração, é um espelho da cultura e da experiência vivida nas organizações. A nossa Comissão existe para apoiar quem lidera essa transformação por dentro. Juntem-se a nós — o talento já exige mais, e juntos podemos responder melhor.